quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Dica do Semestre

Jovem Pan AM - Os Pingos nos is https://player.fm/series/jovem-pan-am-os-pingos-nos-is

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Speedtest

Verificar o meu resultado do Ookla Speedtest. Qual é a sua velocidade? http://www.speedtest.net/my-result/a/1438355263

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Hoje na História: 01.09.1985 - Wreck of the Titanic found

Seventy-three years after it sunk to the North Atlantic ocean floor, a joint U.S.-French expedition locates the wreck of the RMS Titanic. The sunken liner was about 400 miles east of Newfoundland in the North Atlantic.
American Robert D. Ballard headed the expedition, which used an experimental, unmanned submersible developed by the U.S. Navy to search for the ocean liner. The Argo traveled just above the ocean floor, sending photographs up to the research vessel Knorr. In the early morning of September 1, Argo was investigating debris on the ocean floor when it suddenly passed over one of the Titanic‘s massive boilers, lying at a depth of about 13,000 feet. The wreck was subsequently explored by manned and unmanned submersibles, which shed new light on the details of its 1912 sinking.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Há Exatamente 40 Anos Atras: Boeing 707 crashes into a mountain near Agadir, Morocco

On this day in 1975, a chartered Boeing 707 jetliner crashes in the Atlas Mountains near Agadir, a coastal city in southern Morocco. All 188 people aboard the plane were killed, in the fourth worst air disaster to that date.
Owned by the Jordanian airline Alia and chartered to Royal Air Maroc, the 707 left LeBourget Airport in Paris at 2:20 a.m. on the morning of August 3, 1975. Apart from four Europeans, all of the passengers on board were Moroccan citizens who worked in France and were traveling home for their summer holidays. The flight disappeared from Agadir airport-control radar at 4:28 a.m.; an airport official had spoken via radio with the pilot moments earlier, with no hint of trouble. The plane was scheduled to land in Agadir just two minutes later, at 4:30 a.m., and was descending for approach in heavy fog when the right wing tip and one of the engines struck a peak at an altitude of 2,400 feet. The pilot lost control of the plane, which crashed into a ravine, exploded and burned near the small, remote village of Imzizen. All 181 passengers were killed, along with seven crewmembers.
The incident outside Agadir marked the fourth worst air disaster in history, after a Turkish DC10 that crashed March 3, 1974 north of Paris, killing all 345 passengers and crew; a U.S. military plane that went down outside Saigon on April 4, 1974, killing more than 200; and a chartered Dutch DC8 jetliner that crashed in Sri Lanka on December 4, 1971, killing 191.

The Boeing 707 first went into service in 1958, having been developed to meet the need of airlines (particularly Pan-American) for a trans-Atlantic jetliner with a large seating capacity. With its four engines, the 707 was capable of traveling some 6,000 miles (enough to cross the Atlantic Ocean) nonstop, and boasted a seating capacity of up to 190 people. Thanks to the popularity of the 707 among international airlines, Boeing became world’s biggest aircraft manufacturer, pushing aside rival Douglas Aircraft Company (later the McDonnell Douglas Corporation).
The Morocco crash of August 1975 was the second crash of a Boeing 707 to occur over the course of the 1970s; a Jordanian 707 had crashed at Nigeria’s Kano Airport in January 1973, killing 176 people. After the introduction of its larger, quieter and more fuel-efficient 747 jumbo jet in January 1978, Boeing ended production of the 707. U.S. airlines sold most of their remaining 707s to Third World carriers, some of them priced as low as $1 million.

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domingo, 2 de agosto de 2015

Cinema

As sessões e os horários do cinema Moviecom Vale do Aço http://www.adorocinema.com/programacao/cinema-A0337/

sábado, 1 de agosto de 2015

Entrevista Quadrimestral: Regis Debray

ÉPOCA – O que o senhor acha do populismo em voga na América Latina?
Régis Debray –
Não tenho mais a informação da experiência na América Latina. Um brasileiro que desembarca na França e diz que (o presidente François) Hollande “é um idiota” pode até não estar enganado, mas erra ao declarar. Estou fora daqui há meio século. Em tese, posso dizer que o caudilhismo sempre me despertou certa reserva. O caudilhismo está inscrito na cultura da América Latina, é simpático ao povo, mas impede a construção de um Estado que crie uma permanência e consolide as instituições. O Estado pode ser animado por uma pessoa, mas não pode se confundir com uma pessoa. Os regimes personalistas costumam terminar junto com a pessoa que assumiu o poder. Conheci (Hugo) Chávez, porque ele ia a Paris. Eu simpatizava com o homem Chávez, mas nunca aceitei seus convites para ir à Venezuela, porque não queria participar de nenhuma propaganda.
ÉPOCA – O que dizer a eleitores de esquerda que votaram em Lula e Dilma atraídos pela bandeira da ética, na crença de que seriam governos incorruptíveis?
Debray –
Depende do tipo de corrupção: do dinheiro ou das promessas? A corrupção moral na política não é só comum, é indispensável (sorrisos). Numa democracia, a única maneira de chegar ao poder é fazendo promessas. Todas as campanhas eleitorais são mentirosas. Prometer é enganar. Políticos querem seduzir a qualquer preço. O oportunismo é a base desse exercício. Envolver-se com a política é o mesmo que se preparar para uma desilusão. A política, por definição, é uma decepção.

ÉPOCA – Não há políticos que não se deixem corromper?
Debray –
O incorruptível, na França, era o apelido de Robespierre (1758-1794). E ele era o terror. Mas não só. Defendeu a abolição da escravidão nas colônias francesas, por exemplo. Mas ao mesmo tempo mandou matar na guilhotina milhares de pessoas (entre elas companheiros revolucionários como Danton). E se intitulava “o incorruptível”. A realidade é a corrupção. Somos todos corrompidos, de uma maneira ou de outra. A única forma de se manter incorruptível é permanecer dentro de seu quarto. Se você sai à rua e ainda por cima assume o poder, já faz concessões, assume compromissos. Para transformar o mundo, é preciso entrar nele.
ÉPOCA – Como definiria o exercício da política real?
Debray –
O poder político consiste em administrar as ilusões. Quando um político se dirige à esquerda, ele promete justiça e igualdade. Quando se dirige à direita, promete eficiência, lucro e sucesso. Normalmente, as promessas não são cumpridas.
ÉPOCA – O voto popular ainda é transformador?
Debray –
O que acaba de acontecer na Grécia revelou algo terrível: pode haver democracia sem povo. Vota-se, mas as decisões finais ocorrem em outro nível, mais alto e não nacional, de uma burocracia financeira europeia. Os referendos perderam toda a importância. O povo tornou-se impotente. Já não tem ascendência sobre seu destino. A elite tecnocrata no poder não está nem aí para o voto popular, porque decide o que mais lhe convém.

ÉPOCA – A esquerda está morta?
Debray –
Sim, na Europa pelo menos. Lá, a esquerda interfere apenas nos assuntos marginais da sociedade, como a legalização da maconha ou do casamento homossexual. Temas com repercussão na mídia, mas de menor profundidade. A social-democracia foi engolida pelo sistema financeiro. E a extrema-esquerda é fraca e sem voz. O que não pode morrer é a necessidade de se manter à esquerda. O homem não pode deixar de sonhar. Não pode sucumbir à dominação do dinheiro e da força.

ÉPOCA – Qual é a oposição mais forte aos partidos conservadores? 
Debray –
Na falta da esquerda, o sistema capitalista só enfrenta uma oposição forte, medieval e teocrática: o islamismo. Infelizmente. Hoje, os jovens europeus não partem mais para a Bolívia, eles partem para a Síria e o Iraque. A única contestação séria ao domínio do capitalismo americano vem de Bin Laden e do Estado Islâmico.
ÉPOCA – Vivemos a era do pós-capitalismo, com autocrítica e a participação das redes sociais?
Debray –
Não. Vivemos um capitalismo degenerado, que idolatra o sistema financeiro e não busca produzir o bem-­estar interior ou coletivo, mas sim o lucro e a mais-valia. Um mundo submisso à lei da rentabilidade do dinheiro. É perverso. A política sucumbiu à economia, que não é uma ciência, mas uma técnica, falha como tantas. Na França, os jovens brilhantes não entram mais na política, vão para as finanças, para os bancos e o mercado. A carreira política é hoje para os imbecis. Ou para quem quer saciar uma vaidade, o desejo de ser amado. É mais um arrivismo social que uma ambição política de verdade. Não é um sentimento nobre.

ÉPOCA – Há quem diga que o senhor passou de revolucionário a reacionário.
Debray –
Fui revolucionário há 50 anos, em outro cenário. Quando se está num país onde não há partidos políticos nem sindicatos, onde se tortura e o regime é ditatorial, entende-­se que você abrace a luta armada e caia na clandestinidade. Depois disso, eu voltei à França, um país com partidos, sindicatos, leis. E vivi. Minha opinião de meio século atrás ganhou nuances e exigências. Eu me tornei um reformista radical na França. Continuo um anti-imperialista e um patriota, que não quer ver ninguém de fora se metendo nas leis de seu país. Não um nacionalista, que se acha superior aos outros.

ÉPOCA – Há espaço na América Latina para revolucionários no estilo do Che?
Debray –
Você se refere a alguém que faça do messianismo uma questão secular?  Acho que sim, mas não sob a forma de uma guerrilha rural, algo hoje tecnologicamente obsoleto. Todos têm celulares no bolso. Na América Latina, é verdade que encontramos um certo frescor ou radicalismo e isso fica claro nas manifestações de rua.
ÉPOCA – A que se deve o poder das igrejas evangélicas em países como o Brasil?
Debray –
Quando os valores de nação deixam de existir, os homens buscam outra fé. Na falta de poder cívico, saem em busca de valores seguros, sempre os mais tradicionais. Houve um tempo em que a política era uma religião. Podia exigir sacrifícios e condenar sacrilégios. Quando existe uma dessacralização de poderes políticos, chega-­se a uma politização dos valores sagrados. É um fenômeno que testemunhamos em todo o mundo. A Rússia se torna ortodoxa, dessacraliza Lênin e sacraliza São Sérgio (São Sérgio de Rádonezh, um dos santos mais venerados pelos russos ortodoxos). Os arcaísmos religiosos hoje liquidam os progressistas.
ÉPOCA – Como vê o papa Francisco?
Debray –
O papa Francisco é uma boa surpresa. É digno de todos os elogios. Ele compreendeu que a força da Igreja Católica não são os ricos, mas os pobres. E por isso volta à fonte, às origens. Nós felicitamos a América Latina por nos ter dado um papa revoltado. Também é preciso felicitar o papa por enfrentar o mundo protestante. O Ocidente estava sucumbindo à hegemonia protestante, o catolicismo estava em queda. Além de restituir a autonomia da Igreja Católica, o papa reinterpreta a Teologia da Libertação – de maneira mais moderna e globalizada, e sobretudo menos irritante (risos).

EPOCA - A migração de massas de refugiados parece colocar os governos na Europa diante de um dilema sem solução.
Debray -
É nosso problema mais grave e será o maior fenômeno do século 21. Não migram porque a grama do vizinho é mais verde. Não há grama nesses países do Sul. Essas populações estão a seco. A esquerda está diante de uma grande contradição. As camadas mais pobres são as mais alérgicas à entrada de imigrantes porque arruinam suas chances de emprego e mudam seu modo de vida. Os ricos não se importam tanto. Os imigrantes não se instalarão na Place de la Concorde (risos). Eles irão para as banlieues (os subúrbios carentes, a periferia). É um paradoxo louco: o eleitorado da esquerda tradicional é hoje formado por privilegiados e o eleitorado da extrema-direita é formado pelo povo. O eleitor comunista do passado vota em Marine Le Pen (do partido Frente Nacional). O mundo sem fronteiras é um pesadelo, não um sonho.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Piada do Trimestre

O anão chega no banheiro e pede pra um cara bem alto, que está urinando:
- Moço... Me bota em pé nesse banquinho, pra eu fazer xixi também?
Quando o grandão coloca ele no banquinho, imediatamente o anão agarra no sa*co dele e diz:
- Isto é um assalto. Ou você me dá a carteira, ou eu pulo do banquinho!

Arquivo/File