Trinta e nove artigos


Trinta e nove artigos, conjunto de declarações doutrinais aceitas na religião anglicana. Os artigos não são reconhecidos oficialmente como credo obrigatório ou confissão de fé. Elaborados no sínodo de Canterbury, em 1563, os Trinta e nove artigos representam o fim de um processo que objetivava a uniformidade da fé. Baseiam-se nos Dez artigos, de 1536 (ampliados no Livro do bispo, 1537), nos Seis artigos (1539), no O Livro do rei (1543) e nos 42 artigos (1553). Os Trinta e nove artigos pretendiam definir os limites da doutrina aceita na Igreja Anglicana em relação à doutrina da Igreja Católica e da comunidade dos anabatistas.

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