Receptor USB tem alta definição

Aliado a um monitor grande, dispositivo da PixelView pode transformar o computador em televisão
A grande vantagem do receptor de televisão digital PlayTV USB SBTVD, da PixelView, é sua capacidade de receber as imagens das emissoras em alta definição, ou Full Seg -a maioria dos receptores à venda no país segue o padrão 1Seg, que, desenvolvido para celulares e outros dispositivos portáveis, tem resolução muito baixa.
O preço sugerido, de R$ 299, é competitivo em relação aos dos dispositivos USB que exibem apenas imagens em baixa qualidade.
Aliado a um monitor wide- screen (formato retangular acentuado) de 19 ou mais polegadas, o PlayTV USB SBTVD pode transformar seu computador em um bom substituto de um televisor de LCD.
Requisitos
Para que a exibição da imagem tenha fluidez, é fundamental observar antes se o seu micro atende às exigências mínimas do receptor: processador Intel Core 2 Duo, 512 Mbytes de memória, 1 Gbyte de espaço livre no disco rígido, drive de CD-ROM, uma porta USB 2.0, DirectX 9.0C ou maior e sistema operacional Windows XP ou Vista -não há suporte para Mac OS X nem para Linux.
O PlayTV USB SBTVD tem aparência semelhante à de um pendrive, mas é bem mais corpulento -por isso, pode obstruir portas USB vizinhas.
Além do próprio dispositivo USB, há uma pequena antena de aproximadamente 16 cm.
A qualidade da imagem em alta definição é muito boa, mas a Folha teve dificuldades para captar o sinal nessa qualidade em algumas regiões da cidade de São Paulo -segundo o fabricante, quando isso acontece, pode ser necessário comprar uma antena ativa.
O kit inclui um controle remoto bastante compacto e com boa quantidade de funções, que torna a experiência de uso mais próxima àquela com uma televisão convencional.
Programa confuso
Um ponto fraco é o software incluído no pacote, chamado Presto! PVR HD, para gerenciar a exibição no computador. Confuso e pouco intuitivo, ele esconde em botões esquisitos e menus distantes funções simples. Com o tempo, porém, dá para se habituar à sua interface.
Os vídeos gravados ficam no obscuro formato NTX, que só pode ser aberto no próprio Presto -não há uma forma fácil de converter o vídeo para AVI ou transferi-lo para o YouTube, por exemplo.
Há ainda a possibilidade de programar a gravação de um determinado programa de acordo com a grade da emissora, função que se comportou adequadamente nos testes.

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