“Não tenhas pressa. Aonde tens de ir é só a ti mesmo.”

Por vezes, a compreensão de episódios que se repetem em nossa vida pode ocorrer por meio dos simbolismos, das correlações que formam as teias nas quais bordamos nossa existência. Compreender o simbólico para superar o ilusório que nos cerca é um dos passos fundamentais que devemos trilhar no caminho extenso da consciência.
Compreender aquilo que fica de tudo que é transitório é mergulhar na própria essência da vida e beber do mais puro sabor da verdade. Acertar, errar, ganhar, perder, estar feliz ou infeliz são apenas partes do intrincado espelho da ilusão. Ora estamos numa condição, ora noutra. Tudo o que passa não pode ser o propósito da vida. A dor, a perda e o sofrimento também são parte desta experiência de Maia, a deusa da ilusão para os hindus

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